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VERSOS RIMADOS

Versos de amor, de crítica, de meditação, de sensualidade, criados ao sabor da rima e da métrica pelo autor do blog...

Versos de amor, de crítica, de meditação, de sensualidade, criados ao sabor da rima e da métrica pelo autor do blog...

UMA NINFITA



Trepou-lhe para os joelhos
Uma ninfita dos diabos
E ao genital aparelho
Encostou-lhe bem o rabo.

Nas nádegas apertou
O pénis inda discreto
Que aos poucos se avolumou
E ficou de todo erecto.

Muito bem dissimulada
Da braguilha libertou
A erecção esfomeada
Que de pronto a penetrou.

Num agitar disfarçado
Como muito bem sabia
Ela subia e descia
O membro todo empolgado.

Pra que não houvesse danos
Da vagina desviou
O membro que dentro do ânus
O sémen depositou.

Uma ninfita atrevida
Que em breve irá fenecer
E terá um caixão vivo
No seu corpo de mulher

ATÉ ÀS NUVENS



Fora num acto inocente
Que lhe caiu no regaço
Escondendo o rosto entre
As pernas do seu melaço.

Uma e outra lambedela
Lambeu tudo até ao fundo
Goluseima era aquela
Que a trouxe de novo ao mundo.

A vulva com euforia
Dereteu-se num degelo
E sorriu com simpatia
Às lambedelas no grelo.

De repente o corpo dela
Num tremor se contorceu
Deu uma sacudidela
E em surdina ela gemeu.

Pra seu dele grande pasmo
Eriçaram-se as penugens
Que a levaram num orgasmo
A subir até às nuvens

UM PADRE NOSSO



Não há moça que não goste
De dar um passeio ao campo
Embrenhar-se nalgum bosque
E esconder-se num recanto.

Como é virgem e tem medo
De uma gravidez precoce
Ajoelha-se e em segredo
Reza um longo padre nosso.

Ora baixo qual noviça
Mas mexendo bem os lábios
Talvez por conselhos sábios
De quem lhe ensinou a missa.

Desfrutando do sossego
Não apressa a sua reza
Nem suspeita do conchego
De duas mãos na cabeça.

Num repentino alvoroço
Que lhe causa admiração
Recebe do padre nosso
O fruto da oração

NA INTIMIDADE



O peito nas costas colado
As mãos nos seios ufanos
O pénis dentro do ânus
Num vaivém ensimesmado.

Nos cabelos dá mil beijos
A boca em ritmo infernal
Emancipam-se os desejos
De penetração anal.

Um sussurar abafado
Sai das vozes com fervor
Sãos sons de prazer e dor
Ecos de ânus penetrado.

Do acto sobe a tensão
Até que cai no marasmo
Ela é toda imolação
Ele --- apenas um orgasmo...

Numa férrea intimadade
São formas de exaltação
O amor na diversidade
Sem que haja profanação...

O REINO DOS CÉUS



Dentro de ti dos Céus o reino está
E não nos edifícios de madeira
E de pedra que vês na terra inteira...
Racha a madeira e Eu estarei lá!

Ergue a pedra e aí me encontrarás!
Desconfia dos homens medianeiros
Porque meus não são eles mensageiros:
Só de Mim o Meu verbo ouvirás!

Omnipresente, estou sempre contigo,
Omnipotente, levo-te a palavra,
Omnisciente, sei o que tu fazes!

Procura e encontrarás porque te sigo
E conduzo e protejo contra a praga
Das vozes pregadoras e rapaces...

LOUVEI A JESUS CRISTO



Um dia se me abriu aquela porta
Por onde calmamente se entra e sai...
De lá trouxe o que traz quem por lá vai
Por via duma crença que o exorta.

Além dela encontrei O que transporta
A bem-aventurança que subtrai
O sofrimento humano que se esvai
Na comunhão cristã que reconforta!

Sua imagem santíssima reluz
Numa auréola que nunca tinha visto:
Um brilho de amor e paz, cheio de luz!

Sentindo o que jamais tinha previsto,
Contemplando o seu Corpo sobre a cruz,
Pleno de fé louvei a Jesus Cristo!!!

CORPO FEMININO

 Amanhã se deus quiser
Outro dia nascerá
E o corpo doutra mulher
O meu membro acolherá.

Sua mão aveludada
Tacteando com brandura
Erguê-lo-á na 'spessura
Da sua cor encarnada.

Com os seus lábios carnudos
Orlará o meu inchaço
E entre os seus seios desnudos
Afagá-lo-á num abraço.

No meio do seu regaço
Untar-se-á o meu rubor
Pra que lábil ganhe espaço
No oco posterior!

Todo o corpo feminino
(Não fora a profanação)
É fonte de amor angelino
Em toda a sua extensão!

Afagos das tuas mãos
Afastam de mim o frio
Florescem numa erecção
Que apunham ao desafio...

Com tuas mãos ao redor
O meu falo se alevanta
Aquece e expulsa o calor
Em jactos de goma branca.





Tua cabeça agitada
É poiso das minhas mãos
Quando a erecção osculada
Se liberta dos seus grãos!

Inefável união
Da tua tépida boca
Com a minha erecção
Que solta a semente louca!

Belo o sulco do teu peito
Ladeado de duas damas
Casadas bem a preceito
Com minha erecção em chamas,

Banhadas pela brancura
Que de mim sobre elas cai
Quando cheia de loucura
Pula da erecção e vai...

Teu ânus libidinoso
Deglute a minha erecção
Num espasmo sequioso
De rara sublimação.

O meu membro se incorpora
No teu ânus que o reclama
E copioso se derrama
No âmago que o devora.

Não fosse ela uma regina
Não chegaria no fim
Por isso que é feminina
E mais amada por mim!

Talvez por falta de zelo
As palavras escasseiam
Não é por falta de anelo
Que a vagina aqui rareia...

DE NOVO PEQUENINO



A neve pendurada na montanha
A brancura retida em véu de prece
O Sol a espreitar quando amanhece
As palavras exactas de resenha.

Fragmentos reunidos na retina
Os laivos de memória do passado
Os momentos vividos a teu lado
Os diálogos falados em surdina.

O advento de uma outra temporada
A penumbra assombrando o meu destino
O frio enrejelado da alvorada.

Que bom era viver inda menino
Uma criança doce sempre amada
Quem me dera de novo pequenino!

O FILHO DO HOMEM



Crendo no Filho do homem que Crisro é
Caminho neste mundo mais tranquilo:
Encontrei um refúgio, um asilo
No amor a Jesus de Nazaré!

Confiante não fico no sopé:
Trepo o monte da crença que assimilo,
Subo e cada vez mais eu rejubilo,
Cada vez mais aumenta a minha fé!

Milagre? consciência? donde vem
A minha grande fé no Salvador?
Não sei, mas sei que assim me sinto bem!

Numa aliança divina se contém
A confiança em Jesus Nosso Senhor
Que leva à vida eterna no Além!

 

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